Clorofluorcarboneto
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moléculas de CFC
Denomina-se clorofluorcarboneto ou Clorofluorcarbono(CFC) o grupo de compostos pertencente à função orgânica derivados halogenados obtidos principalmente pela halogenação do metano. Entre as principais aplicações se destacam o emprego como solventes orgânicos, gases para refrigeração e propelentes em extintores de incêndio e aerossóis.
São derivados dos hidrocarbonetos saturados obtidos mediante a substituicão de átomos de hidrogênio por átomos de cloro e flúor.
Exemplos de CFC são:
segunda-feira, 9 de junho de 2008
Queimadas continuam a destruir floresta brasileira
Queimadas continuam a destruir floresta brasileira
O relatório de Novembro do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) revela a contínua degradação da floresta amazónica em detrimento das grandes áreas agrícolas e pecuárias.
A floresta brasileira corre o risco de diminuir nas imediações dos campos de cultivo, devido à falta de financiamento que poderia garantir métodos alternativos às queimadas, admitiu Homero Alves Pereira. O secretário de Desenvolvimento Rural e presidente da Federação da Agricultura e Pecuária do Estado do Mato Grosso (Famato), no Brasil, disse que esta situação se deve aos métodos utilizados, em especial às queimadas (prática que utiliza o fogo de forma controlada), que continuam a ser uma das causas da desflorestação da mata e floresta brasileira.Para o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), se nada for feito, milhares de hectares de floresta serão perdidos. Para já, é certo que a expansão da agricultura, em regiões próximas da floresta Amazónica, está a reflectir-se de uma forma acentuada no próprio meio ambiente.O estudo do IBGE sobre o desenvolvimento sustentável no Brasil, divulgado este mês de Novembro, revelou que não só aumentou a utilização de fertilizantes, assim como cresceu a prática das queimadas e os incêndios florestais. Estes métodos são utilizados com frequência para transformar uma densa mancha verde nativa em áreas específicas para a agricultura e pecuária.De acordo com a IBGE, que recorreu aos dados recolhidos por satélite, só em 2003, foram detectados no Brasil 213 mil focos de incêndio.No referido relatório, o presidente do IBGE, Eduardo Pereira Nunes, salientou que "a expansão da agricultura tem uma repercussão ambiental". Convém não esquecermos que a floresta é um recurso natural não-renovável.Pereira Nunes alertou ainda que se nada for feito, "as regiões a sul e leste da Amazónia [ainda intacta], que compreendem hoje o que se chama de arco de desmatamento (...) podem ser a próxima fronteira a ser destruída", anunciou no relatório divulgado pela IBGE.
O relatório de Novembro do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) revela a contínua degradação da floresta amazónica em detrimento das grandes áreas agrícolas e pecuárias.
A floresta brasileira corre o risco de diminuir nas imediações dos campos de cultivo, devido à falta de financiamento que poderia garantir métodos alternativos às queimadas, admitiu Homero Alves Pereira. O secretário de Desenvolvimento Rural e presidente da Federação da Agricultura e Pecuária do Estado do Mato Grosso (Famato), no Brasil, disse que esta situação se deve aos métodos utilizados, em especial às queimadas (prática que utiliza o fogo de forma controlada), que continuam a ser uma das causas da desflorestação da mata e floresta brasileira.Para o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), se nada for feito, milhares de hectares de floresta serão perdidos. Para já, é certo que a expansão da agricultura, em regiões próximas da floresta Amazónica, está a reflectir-se de uma forma acentuada no próprio meio ambiente.O estudo do IBGE sobre o desenvolvimento sustentável no Brasil, divulgado este mês de Novembro, revelou que não só aumentou a utilização de fertilizantes, assim como cresceu a prática das queimadas e os incêndios florestais. Estes métodos são utilizados com frequência para transformar uma densa mancha verde nativa em áreas específicas para a agricultura e pecuária.De acordo com a IBGE, que recorreu aos dados recolhidos por satélite, só em 2003, foram detectados no Brasil 213 mil focos de incêndio.No referido relatório, o presidente do IBGE, Eduardo Pereira Nunes, salientou que "a expansão da agricultura tem uma repercussão ambiental". Convém não esquecermos que a floresta é um recurso natural não-renovável.Pereira Nunes alertou ainda que se nada for feito, "as regiões a sul e leste da Amazónia [ainda intacta], que compreendem hoje o que se chama de arco de desmatamento (...) podem ser a próxima fronteira a ser destruída", anunciou no relatório divulgado pela IBGE.
O Buraco na Camada de Ozônio
O Buraco na Camada de Ozônio A camada de ozônio é uma capa desse gás que envolve a Terra e a protege de vários tipos deradiação, sendo que a principal delas, a radiação ultravioleta, é a principal causadora de câncerde pele. No último século, devido ao desenvolvimento industrial, passaram a ser utilizadosprodutos que emitem clorofluorcarbono (CFC), um gás que ao atingir a camada de ozônio destróias moléculas que a formam (O3), causando assim a destruição dessa camada da atmosfera. Semessa camada, a incidência de raios ultravioletas nocivos à Terra fica sensivelmente maior,aumentando as chances de contração de câncer. Nos últimos anos tentou-se evitar ao máximo a utilização do CFC e, mesmo assim, o buracona camada de ozônio continua aumentando, preocupando cada vez mais a população mundial. Asineficientes tentativas de se diminuir a produção de CFC, devido à dificuldade de se substituiresse gás, principalmente nos refrigeradores, provavelmente vêm fazendo com que o buraco continue aumentando,prejudicando cada vez mais a humanidade. Um exemplo do fracasso na tentativa de se eliminar aprodução de CFC foi a dos EUA, o maior produtor desse gás em todo planeta. Em 1978 osEUA produziam, em aerosóis, 470 mil toneladas de CFC, aumentando para 235 mil em 1988.Em compensação, a produção de CFC em outros produtos, que era de 350 mil toneladas em1978, passou para 540 mil em 1988, mostrando a necessidade de se utilizar esse gás em nossavida quotidiana. É muito difícil encontrar uma solução para o problema.
Efeito Estufa
O efeito estufa tem colaborado com o aumento da temperatura no globo terrestre nas últimas décadas. Pesquisas recentes indicaram que o século XX foi o mais quente dos últimos 500 anos. Pesquisadores do clima afirmam que, num futuro próximo, o aumento da temperatura provocado pelo efeito estufa poderá ocasionar o derretimento das calotas polares e o aumento do nível dos mares. Como conseqüência, muitas cidades litorâneas poderão desaparecer do mapa
Efeito do biodiesel em relação às emissões de gases tóxicos
Efeito do biodiesel em relação às emissões de gases tóxicos
Os hidrocarbonetos totais, que são controlados, apresentam uma diversidade de compostos tóxicos que não são controlados individualmente. Dos 21 compostos hidrocarbônicos tóxicos, que provocam câncer e outros sérios efeitos à saúde, identificados como fonte móvel de gases tóxicos “mobile source air toxics” (MSATs), sete são metais. Como o biodiesel é livre de metais, o mesmo apresentará redução de emissões destes compostos em relação ao diesel mineral e a seus aditivos que contenham metais. Dos quatorze compostos MSATs remanescentes, o EPA, 2002, avaliou onze.
Apesar de haver uma variação grande nos efeitos à saúde que cada composto tóxico provoca individualmente, a quantidade de dados disponíveis sobre o total de compostos tóxicos é muito maior do que o que existe para os compostos desagregados. Assim, a correlação entre as emissões totais de gases tóxicos do biodiesel em relação ao diesel convencional é estatisticamente mais robusta. Como resultado, o EPA apresenta o impacto do biodiesel nas emissões dos gases tóxicos, bem como dos hidrocarbonetos, em relação ao diesel mineral.
Os hidrocarbonetos totais, que são controlados, apresentam uma diversidade de compostos tóxicos que não são controlados individualmente. Dos 21 compostos hidrocarbônicos tóxicos, que provocam câncer e outros sérios efeitos à saúde, identificados como fonte móvel de gases tóxicos “mobile source air toxics” (MSATs), sete são metais. Como o biodiesel é livre de metais, o mesmo apresentará redução de emissões destes compostos em relação ao diesel mineral e a seus aditivos que contenham metais. Dos quatorze compostos MSATs remanescentes, o EPA, 2002, avaliou onze.
Apesar de haver uma variação grande nos efeitos à saúde que cada composto tóxico provoca individualmente, a quantidade de dados disponíveis sobre o total de compostos tóxicos é muito maior do que o que existe para os compostos desagregados. Assim, a correlação entre as emissões totais de gases tóxicos do biodiesel em relação ao diesel convencional é estatisticamente mais robusta. Como resultado, o EPA apresenta o impacto do biodiesel nas emissões dos gases tóxicos, bem como dos hidrocarbonetos, em relação ao diesel mineral.
quarta-feira, 4 de junho de 2008
Aquecimento Global

A locução aquecimento global refere-se ao aumento da temperatura média dos oceanos e do ar perto da superfície da Terra que se tem verificado nas décadas mais recentes e à possibilidade da sua continuação durante o corrente século.
Se este aumento se deve a causas naturais ou antropogênicas (provocadas pelo homem) ainda é objeto de muitos debates entre os cientistas, embora muitos meteorologistas e climatólogos tenham recentemente afirmado publicamente que consideram provado que a ação humana realmente está influenciando na ocorrência do fenômeno. O Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas (IPCC), estabelecido pelas Nações Unidas e pela Organização Meteorológica Mundial em 1988, no seu relatório mais recente[1] diz que grande parte do aquecimento observado durante os últimos 50 anos se deve muito provavelmente a um aumento do efeito estufa, causado pelo aumento nas concentrações de gases estufa de origem antropogênica (incluindo, para além do aumento de gases estufa, outras alterações como, por exemplo, as devidas a um maior uso de águas subterrâneas e de solo para a agricultura industrial e a um maior consumo energético e poluição).
Fenômenos naturais tais como variação solar combinados com vulcões provavelmente levaram a um leve efeito de aquecimento de épocas pré-industriais até 1950, mas um efeito de resfriamento a partir dessa data.[2][3] Essas conclusões básicas foram endorsadas por pelo menos 30 sociedades e comunidades científicas, incluindo todas as academias científicas nacionais dos principais países industrializados. A Associação Americana de Geologistas de Petróleo,[4][5] e alguns poucos cientistas individuais não concordam em partes.[6]
Modelos climáticos referenciados pelo IPCC projetam que as temperaturas globais de superfície provavelmente aumentarão no intervalo entre 1,1 e 6,4 °C entre 1990 e 2100.[7] A variação dos valores reflete no uso de diferentes cenários de futura emissão de gases estufa e resultados de modelos com diferenças na sensibilidade climática. Apesar de que a maioria dos estudos tem seu foco no período de até o ano 2100, espera-se que o aquecimento e o aumento no nível do mar continuem por mais de um milênio, mesmo que os níveis de gases estufa se estabilizem.[8] Isso reflete na grande capacidade calorífica dos oceanos.
Um aumento nas temperaturas globais pode, em contrapartida, causar outras alterações, incluindo aumento no nível do mar e em padrões de precipitação resultando em enchentes e secas[9]. Podem também haver alterações nas freqüências e intensidades de eventos de temperaturas extremas, apesar de ser difícil de relacionar eventos específicos ao aquecimento global. Outros eventos podem incluir alterações na disponibilidade agrícola, recuo glacial, vazão reduzida em rios durante o verão, extinção de espécies e aumento em vetores de doenças.
Incertezas científicas restantes incluem o exato grau da alteração climática prevista para o futuro, e como essas alterações irão variar de região em região ao redor do globo. Existe um debate político e público para se decidir que ação se deve tomar para reduzir ou reverter aquecimento futuro ou para adaptar às suas conseqüências esperadas. A maioria dos governos nacionais assinou e ratificou o Protocolo de Quioto, que visa o combate à emissão de gases estufa
Se este aumento se deve a causas naturais ou antropogênicas (provocadas pelo homem) ainda é objeto de muitos debates entre os cientistas, embora muitos meteorologistas e climatólogos tenham recentemente afirmado publicamente que consideram provado que a ação humana realmente está influenciando na ocorrência do fenômeno. O Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas (IPCC), estabelecido pelas Nações Unidas e pela Organização Meteorológica Mundial em 1988, no seu relatório mais recente[1] diz que grande parte do aquecimento observado durante os últimos 50 anos se deve muito provavelmente a um aumento do efeito estufa, causado pelo aumento nas concentrações de gases estufa de origem antropogênica (incluindo, para além do aumento de gases estufa, outras alterações como, por exemplo, as devidas a um maior uso de águas subterrâneas e de solo para a agricultura industrial e a um maior consumo energético e poluição).
Fenômenos naturais tais como variação solar combinados com vulcões provavelmente levaram a um leve efeito de aquecimento de épocas pré-industriais até 1950, mas um efeito de resfriamento a partir dessa data.[2][3] Essas conclusões básicas foram endorsadas por pelo menos 30 sociedades e comunidades científicas, incluindo todas as academias científicas nacionais dos principais países industrializados. A Associação Americana de Geologistas de Petróleo,[4][5] e alguns poucos cientistas individuais não concordam em partes.[6]
Modelos climáticos referenciados pelo IPCC projetam que as temperaturas globais de superfície provavelmente aumentarão no intervalo entre 1,1 e 6,4 °C entre 1990 e 2100.[7] A variação dos valores reflete no uso de diferentes cenários de futura emissão de gases estufa e resultados de modelos com diferenças na sensibilidade climática. Apesar de que a maioria dos estudos tem seu foco no período de até o ano 2100, espera-se que o aquecimento e o aumento no nível do mar continuem por mais de um milênio, mesmo que os níveis de gases estufa se estabilizem.[8] Isso reflete na grande capacidade calorífica dos oceanos.
Um aumento nas temperaturas globais pode, em contrapartida, causar outras alterações, incluindo aumento no nível do mar e em padrões de precipitação resultando em enchentes e secas[9]. Podem também haver alterações nas freqüências e intensidades de eventos de temperaturas extremas, apesar de ser difícil de relacionar eventos específicos ao aquecimento global. Outros eventos podem incluir alterações na disponibilidade agrícola, recuo glacial, vazão reduzida em rios durante o verão, extinção de espécies e aumento em vetores de doenças.
Incertezas científicas restantes incluem o exato grau da alteração climática prevista para o futuro, e como essas alterações irão variar de região em região ao redor do globo. Existe um debate político e público para se decidir que ação se deve tomar para reduzir ou reverter aquecimento futuro ou para adaptar às suas conseqüências esperadas. A maioria dos governos nacionais assinou e ratificou o Protocolo de Quioto, que visa o combate à emissão de gases estufa
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